quarta-feira, 16 de março de 2016

“Fiat Lux” ou “Fiat Tenebras” no Trânsito?


Conceituação
“Fiat Lux” e “Fiat Tenebras” são expressões latinas famosas, a primeira significa “Faça-se a Luz”, pode ser tanto a luz física, quanto a luz do conhecimento; já, a segunda expressão, menos simpática, ameaçadora e inquietante, significa “Faça-se as trevas”, que pode ser a escuridão ou ausência de luz, ou, a ignorância e seus malefícios.
“Fiat Lux”, um termo bíblico encontrado no Gênesis, é também um termo muito utilizado nas ordens iniciáticas, diz-se que é o ponto máximo da iniciação, ocasião em que o candidato começa a receber a luz da sabedoria.
Tem relação com o trânsito?
Sim, pois no trânsito, ver e ser visto, é um importante princípio de Direção Defensiva, portanto necessita-se de muita luz, luz dos equipamentos de iluminação e de sinalização, que devem estar de acordo com as regras; a luz do conhecimento das regras de circulação e conduta são imprescindíveis. A escuridão ou luz deficiente, através de equipamentos irregulares ou desregulados, é uma das causas de acidentes.
Algumas normas de uso de luzes
 Importante relembrar:
  – Baixar o facho dos faróis ao seguir ou cruzar com outro veículo;
 – Ao transitar em vias iluminadas artificialmente, baixar os faróis;
 – Do pôr do sol ao amanhecer é obrigatório transitar com os faróis de luz baixa;
 – O uso dos faróis de longo alcance (“faróis de milha”) deve obedecer às mesmas regras dos faróis de luz alta;
  – Os faróis de neblina somente podem ser usados em casos de chuva, neblina e análogos.
                normas, nada pode ser omitido.
E no meio político?
Nas ruas, as manifestações aparentam gerar “Fiat Tenebras” para alguns políticos que aparentam terem sido formados na Cosa Nostra Italliana; já, o povo parece estar sob a claridade do “Fiat Lux”, a julgar pelos últimas manifestações populares ocorridas.
Que bom que a Polícia Federal e o respeitado juiz Sergio Moro, afirmam “Fiat Lux”, com atos em defesa da Legalidade, da Democracia e do povo brasileiro.
                Algumas autoridades continuam nomeando leigos para importantes cargos de gestão do trânsito, mas felizmente cada vez mais a escolha é por profissionais especializados no trânsito.
“Fiat Luz”!

sábado, 5 de março de 2016

O INGLÊS NO TRÂNSITO - ENGLISH TRAFFIC


Lord britânico ou não?
Ao ler o título, a primeira impressão que vem à mente, é de um Lord britânico, com comportamento de um gentleman, saindo de uma reunião na Távola Redonda com o Rei Artur ou saindo da Câmara dos Lordes e inserido-se no trânsito. Não é o foco, pois o objetivo deste, é lembrar da presença do idioma inglês, no assunto trânsito.
Originadas em Bollywood ou em Hollywood?
Na atualidade usamos muitas palavras que foram trazidas dos países anglófonos, algumas vieram juntamente com a tecnologia importada, outras com os filmes de Hollywood (EUA) ou de Bollywood (Índia), outras, de outras formas, lembremo-nos de alguns termos, por exemplo:freeway (via de trânsito rápido), guard rail (proteção de beira de estrada), van (furgão), stop (pare),transit (trânsito), tracker (perseguidor, trilheiro, cão de caça), trailer (reboque), radar(equipamento de fiscalização de velocidade que usa o efeito Doppler),  e outras.
A Aldeia Global
Bem, esta é uma prova de que a Globalização e a ideia de Aldeia Global estão em evolução. Aqui temos o CTB – Código de Trânsito Brasileiro; lá na Inglaterra existe o Highway Code, ou Código de Estradas, que, entre outras normas, estabelece a famosa mão britânica, também adotada na mística e misteriosa Índia, do grande líder Mahatma Gandhi,das castas e dos faquires, hoje país-membro do grupo de países de mútua cooperação econômica e política – BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul).
A diferença dos de lá…
 Que os comportamentos dos condutores e pedestres britânicos também possam ser importados, pois enquanto aqui no Brasil, temos no trânsito 22,5 mortes por 100 mil habitantes, na Inglaterra, o índice é de 3,7 mortes por 100 mil habitantes. Nem tudo será bem-vindo, a famosa mão britânica, assustaria até os mais hábeis condutores brasileiros, mas os índices serão sempre desejados.
Não  esqueçamos da importante responsabilidade governamental em relação às ruas e rodovias e suas sinalizações, e, os investimentos em educação para o trânsito seguro nas escolas de 1º, 2º e 3º graus, estabelecido pelo artigo 78 do CTB, e muito pouco cumprido desde 1998, ano da vigência do CTB.